Primeiro-ministro de Israel planeja comparecer à posse de Bolsonaro

01/11/2018

Primeiro-ministro de Israel planeja comparecer à posse de Bolsonaro

Em conversa telefônica, nesta segunda-feira (29), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que deve comparecer à cerimônia de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, em 1° de janeiro de 2019.

Na mesma ocasião, o convidou também para visitar Israel. Bolsonaro aceitou o convite, mas só poderá viajar assim que estiver com a saúde restabelecida. O presidente eleito já tinha essa viagem em seus planos.

Por diversas vezes durante sua campanha, Bolsonaro declarou que Israel tem muito que ensinar para o Brasil. “Veja o que eles não têm e o que são. E veja o que nós temos, e o que não somos”, disse ao se referir às riquezas disponíveis em solo brasileiro e que são pouco aproveitadas.

Parceria entre Brasil e Israel

“Tenho certeza de que sua eleição levará a uma grande amizade entre nossos povos e ao estreitamento dos laços entre o Brasil e Israel”, disse Netanyahu em comunicado oficial.

Quando Bolsonaro ainda era deputado federal, em 2016, visitou Israel junto do pastor Everaldo, que era candidato à presidência na ocasião. Ele foi recebido pelo presidente do Knesset (o Parlamento de Israel), Yuli Edelstein.

Já naquele momento, Bolsonaro afirmou que, se fosse eleito presidente, sua primeira visita oficial seria a Israel.

Novo ciclo

Segundo o embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, a conversa entre Netanyahu e Bolsonaro foi mais do que amigável. “Foi uma conversa excelente, aberta, entre amigos”, disse.

O embaixador, que visitou Jair Bolsonaro horas depois da vitória nas urnas, na segunda-feira (29), contou que Netanyahu brincou afirmando que seu filho também se chama Jair (o nome do filho mais velho do premiê israelense é Yair͟).͞ “Não há dúvida de que haverá uma mudança (no relacionamento entre Brasil e Israel), disse Shelley.

Mudança de rumos

Durante os anos em que o PT esteve no governo, a relação entre os dois países ficou abalada. O ex-presidente Lula reconheceu a Palestina como país em 2010, tendo enviado 10 milhões de dólares dos cofres públicos para a Autoridade Palestina.

O governo Dilma Rousseff acabou comprometendo mais ainda o relacionamento diplomático entre Brasil e Israel. Em 2016, o governo brasileiro não aceitou as credenciais do candidato ao cargo de embaixador de Israel em Brasília, Dani Dayan.

Sérgio Moro, o superministro da Justiça de Bolsonaro

01/11/2018

Sérgio Moro, o superministro da Justiça de Bolsonaro

Na manhã desta quinta-feira (1/11) o presidente eleito Jair Bolsonaro teve um encontro em sua casa no Rio de Janeiro com o juiz Sérgio Moro. Após muitas especulações, ele foi confirmado como o novo Ministério da Justiça.

Em nota oficial, declarou: “Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Após reunião pessoal na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior.”

Superpasta

A “superpasta” deverá ter poderes ampliados, absorvendo a área de Segurança Pública, mais a Secretaria da Transparência e Combate à Corrupção, além da Controladoria Geral da União e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras.

O presidente e sua equipe já haviam discutido com o juiz paranaense na terça-feira (30) o desenho do ministério, que voltaria a abrigar a Polícia Federal. Atualmente, a PF está subordinada ao Ministério da Segurança Pública, liderado pelo ministro Raul Jungmann.

“Moro é recado claro de moralidade. E, com a PF na Justiça, sob seu comando, é a garantia de que a Operação Lava-Jato vai continuar”, afirmou o advogado Gustavo Bebianno, ex-presidente do PSL e um dos principais conselheiros de Bolsonaro.

Uma das condições estabelecidas por Moro seria ter o pleno apoio do governo no Congresso para a aprovação das dez medidas contra a corrupção.

“É um homem que tem que ter o trabalho reconhecido”, afirmou Bolsonaro em entrevista recente.

Juiz de primeira instância, Sérgio Moro teve atuação reconhecida internacionalmente na condução da “Operação Lava Jato”, que revelou os esquemas de corrupção montados pelo PT e desviou bilhões dos cofres públicos.

Bolsonaro confirma mudança da embaixada do Brasil para Jerusalém

01/11/2018

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Bolsonaro confirma mudança da embaixada do Brasil para Jerusalém

presidente eleito Jair Bolsonaro disse em entrevista ao jornal “Israel Hayom” que a nação de Israel “tem o direito soberano a decidir qual é a sua capital”. Na entrevista, que será publicada na íntegra pelo periódico na sexta-feira, o capitão reformado confirmou que transferirá a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém no próximo ano.

O “Israel Hayon” antecipou alguns trechos nesta quinta-feira (1), e ressaltou que Bolsonaro sempre declarou seu apoio a Israel e que a promessa de mudança da embaixada não era só uma “medida de efeito eleitoral”.

“Israel é um Estado soberano. Se os senhores decidirem qual é a sua capital, nós os seguiremos. Quando me perguntaram durante a campanha se transferiria a embaixada se fosse eleito presidente, respondi sim”, explicou ele ao jornal.

Bolsonaro lembrou também de sua visita a Israel em 2016, acompanhado dos filhos, e que tem planos de visitar o país na condição de presidente assim que possível. Deixando claro que “ama o povo de Israel e o Estado de Israel”, enfatizou que incentivará “uma relação próxima e cooperação muito produtiva entre ambas as partes começando em 2019”.

A partir do ano que vem, o Brasil passará a apoiar Israel em votações nas Nações Unidas e suas outras organizações. “Israel pode contar com o nosso voto na ONU. Sei que o voto é muitas vezes simbólico, mas ajuda a definir a postura que um país deseja adotar”, asseverou. Trata-se de uma reversão total da postura brasileira, que nos anos de governo do Partido dos Trabalhadores sempre votava em desfavor do Estado Judeu. Nada mudou no período em que Michel Temer conduziu o país.

A imprensa israelense vem afirmando que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, poderá vir para a possem de Bolsonaro em 1º de janeiro, um feito inédito na história dos dois países.

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